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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ser diferente faz a diferença


Texto de Fábio Bandeira
Cada vez mais diminui o espaço para o comum. Os consumidores querem produtos inovadores; as empresas querem profissionais diferenciados; a mídia quer divulgar o inusitado

Existem empresas que inauguram novas formas de se relacionar e que aplicam esse tipo de postura na cultura corporativa. Elas são diferenciadas, pois, além do produto que oferecem, agregam ideias e práticas inovadoras que fogem ao senso comum e estimulam uma nova modalidade de comportamento empresarial.

Na Google, por exemplo, é possível observar essa “atitude diferente” enraizada nas próprias instalações de seus escritórios, com direito a sala de relaxamento, escorregador e tantas outras opções.  A Apple, por sua vez, tem revolucionado o mundo da tecnologia e das ideias, conquistado mercados de maneiras diferentes e personalizadas.

Tem até brasileiro que virou referência nas revistas de negócios internacionais quando o assunto é gestão inovadora. O executivo Ricardo Semler, na década de 1980, trouxe uma forma não-convencional para a administração da Semco S/A. Para você ter ideia, dentre outras coisas, ele criou na empresa um comitê chamado “C tá loko”. O princípio era bem simples. Um fórum de ideias diferentes que só poderia sair alguma coisa aprovada se alguém falasse a frase “Você está louco!”.

São pessoas e empresas que pensam diferente, buscam estar fora do quadrado e fogem do tradicional. A verdade é que hoje cada vez mais diminui o espaço para produtos medianos voltados a pessoas comuns. Os consumidores querem produtos inovadores; as empresas querem profissionais diferenciados; a mídia quer divulgar o inusitado.

Tive o privilégio, recentemente, de assistir uma palestra do Philip Kotler e entre várias declarações e ensinamentos que ele transmitiu, um deles me chamou bastante atenção: "Se você inovar frequentemente terá muitos fracassos, mas se você não inovar, sairá do mapa. Então, você não tem escolhas".

"Realmente soa muito como A teoria da evolução de Darwin e, no fundo, realmente é isso que acontece na prática. Ser diferente realmente passa a fazer a diferença.

Vale a leitura

O especialista em marketing Seth Godin escreveu recentemente em seu artigo publicados na revista Administradores nº 19 que o "ridículo é o novo excepcional". Para Seth, empurrar uma ideia por meio de um anúncio implacável já não é suficiente. A alternativa: produtos e serviços notáveis, onde “notável” significa que alguém está o evidenciando. Vale a pena a leitura em http://adm.to/todasasediçõesADM

Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

14 competências fundamentais a todo bom empreendedor


Diversas pesquisas têm sido feitas sobre o comportamento do empreendedor. Essas pesquisas mostram traços de comportamento que se manifestam e se combinam de diferentes maneiras e em diferentes graus de intensidade, em diferentes pessoas. Alguns integram as competências que todo empreendedor deve desenvolver.

Traçando um perfil característico, destacamos além do que citamos acima, as seguintes situações de comportamento da personalidade de um empreendedor: (em ordem de prioridade):

1. Senso de oportunidade
Antecipar-se aos fatos e criar novas oportunidades de negócios.

2. Dominância
Ter compreensão do assunto e prática do fazer.

3. Agressividade e realização
Ter energia para fazer acontecer.

4. Autoconfiança
Ter segurança em relação a seus propósitos.

5. Otimismo
Ser capaz de reagir bem, até na hora das dificuldades.

6. Dinamismo
Ter capacidade de agir de modo adequado sobre a realidade, sendo rápido e apresentando soluções.

7. Independência
Não sentir a necessidade de ter um "empurrãozinho" de outros para se mover e se animar.

8. Persistência
Ser capaz de manter-se firme e constante, sem perder a objetividade.

9. Flexibilidade e resistência a frustrações
Possuir a habilidade de rever posições, assumir o novo e ceder quando preciso.

10. Criatividade
Ser capaz de encontrar caminhos e soluções viáveis e reais.

11. Propensão ao risco
Saber calcular coerentemente os níveis de risco envolvidos.

12. Liderança carismática
Ter equilíbrio em liderar, para vencer com visão em um todo.

13. Habilidade de equilibrar sonho e realidade
Ter conhecimento de planejamento e de gerenciamento.

14. Habilidade de relacionamentos
Manter relacionamentos de forma objetiva, mas com critérios de respeito ao próximo e cordialidade.

Percebemos então, que o conceito de empreendedorismo é secular. Tão antigo, que pesquisar sobre o tema não é difícil. Existem muitas definições sobre o que é ser empreendedor, quais as suas características e o que é empreendedorismo, mas todas chegam a um denominador comum que é o de inovar, criar algo que vá além das necessidades e desejos do ser humano.

Aqui, observamos e aprendemos que o entendimento de tais características inerentes a personalidade empreendedora, contextualiza fortemente nosso momento mundial. A presença e força dos perfis empreendedores norteiam mudanças e quebram paradigmas a cada nova descoberta ou avanço da dita sociedade aprendiz. Isso mostra o quanto é importante ter consciência e responsabilidade com a formação de pessoas e profissionais que darão continuidade a este estado de mudança comportamental no homem.

Identificamos também, que não existe um perfil totalmente ideal de empreendedor. Os empreendedores podem ser sociáveis ou taciturnos, pragmático ou intuitivos, precavidos ou atrevidos. Não se pode definir um modelo único de perfil empreendedor. Existem sim, as características básicas que permitem, um nível de classificação. Apreende-se, desse resultado, um chamado ao compromisso maior por parte do empreendedor: que passa de "Ser" observado ao "Ser" da séria responsabilidade de condutor de novos modelos de empreendimento, sendo um facilitador de ações que gerem riquezas em todas as áreas.

Diante do que tratamos, verificamos que: identificar, buscar e imitar as atitudes de pessoas que tenham perfil empreendedor, principalmente no seu ritmo e dedicação ao trabalho, contribuirá para o desenvolvimento de nosso processo de crescimento como pessoas e profissionais, e assim contribuiremos de forma geral, para uma nação verdadeiramente renovada e produtiva.

Por Andrea Teixeira Guilhermon, www.administradores.com

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

6 estratégias para otimizar suas campanhas de e-mail marketing


O e-mail marketing é uma ferramenta de extrema importância no desenvolvimento de estratégias comerciais, além de proporcionar, para a empresa, um canal de relacionamento com os clientes. Mesmo o e-mail marketing sendo uma ótima ferramenta, é preciso saber usá-la.
Uma estratégia bem definida é que garante o sucesso de suas campanhas. Por isso, fique atento às dicas:

1) E-mail Personalizado

O e-mail personalizado é aquele que chama o cliente pelo nome, seja no subject e/ou no próprio corpo da mensagem. É uma forma de estabelecer proximidade com os contatos de sua base e mostrar que você sabe com quem está falando.

2) Teste ABCDE

Quando o destinatário recebe seu e-mail, é o subject quem vai fazê-lo abrir ou não esta mensagem. Pensando nisso, a melhor estratégia é o teste ABCDE. Assim, você pode testar até cinco subjects diferentes antes de fazer o envio final. Definir o subject da sua mensagem é um dos passos mais importantes dentro do processo de criação de uma campanha. Você precisa pensar em todas as possibilidades de um subject atrativo, objetivo e de fácil entendimento pelo destinatário.

3) Segmentação

Além do e-mail personalizado, com o nome do destinatário, outra estratégia é a segmentação. Por meio dela, você envia e-mails de conteúdo extremamente relevante para quem recebe. Após segmentar sua lista com base no comportamento de seus contatos, você passa a conhecer suas preferências e pode oferecer aquilo que realmente interessa.
Quando o usuário efetuar uma compra pelo seu e-mail marketing, mande uma outra mensagem após alguns dias, ofertando ou simplesmente divulgando produtos relacionados àquele que ele comprou anteriormente. A chance daquele usuário adquirir um produto complementar à compra anterior é muito grande.

4) Resgate de clientes

É comum, por meio da segmentação, enviar e-mail de acordo com o comportamento da sua base. Através de campanhas de e-mail marketing direcionadas, também é possível resgatar clientes que não compram mais em sua loja virtual, por exemplo. É possível até mesmo estreitar o relacionamento com usuários que não clicam mais em sua peça.
Uma dica para e-mails com esta finalidade é oferecer um desconto diferenciado para que o usuário efetue uma compra em seu site. Os usuários tendem a comprar um determinado produto, caso seja oferecido um desconto ou uma oferta especial.

5) Divulgar conteúdo nas redes socias

Imagine a seguinte situação: Você envia um e-mail para uma pessoa, que clica no ícone de compartilhar seu e-mail no facebook com 500 amigos. Destes 500 amigos, 300 visualizam a postagem e conseguem abrir sua peça de e-mail via browser. Você pode nem ter pensado nisso, mas acabou de criar um viral! Dezenas, centenas de pessoas compartilhando o conteúdo de seu e-mail marketing nas redes sociais.
Por isso, deixe os ícones das principais redes sociais presentes em sua peça de e-mail, isso facilitará o compartilhamento de sua mensagem.

6) Templates otimizados para Mobile

Segundo a Return Path, 34% dos usuários acessam os e-mails por meio de um dispositivo móvel, seja celular ou pelo tablet. Essa afirmação evidencia cada vez mais a importância de disponibilizar uma versão mobile de sua campanha para os usuários.
Neste cenário, você tem duas opções:
A. Segmentar sua base para saber quem abre suas mensagens por meio de um dispositivo móvel. Nesta situação, você deve enviar um e-mail completamente otimizado, com poucas imagens, textos curtos e objetivos, ou seja, a mensagem deve ser passada rapidamente e de forma mais objetiva possível.
B. Disponibilizar em seu template padrão aquele visualizado pelos usuários via browser, um link "Versão mobile", e quando o usuário clicar nesta opção, abrirá a versão otimizada. Desta forma, você consegue atender ás preferências de todos os usuários.
Aproveite essas dicas e mãos à obra!
Any Zamaro  Coordenadora de produto da All In.
Fonte: O e-mail marketing é uma ferramenta de extrema importância no desenvolvimento de estratégias comerciais, além de proporcionar, para a empresa, um canal de relacionamento com os clientes. Mesmo o e-mail marketing sendo uma ótima ferramenta, é preciso saber usá-la.
Uma estratégia bem definida é que garante o sucesso de suas campanhas. Por isso, fique atento às dicas:

1) E-mail Personalizado

O e-mail personalizado é aquele que chama o cliente pelo nome, seja no subject e/ou no próprio corpo da mensagem. É uma forma de estabelecer proximidade com os contatos de sua base e mostrar que você sabe com quem está falando.

2) Teste ABCDE

Quando o destinatário recebe seu e-mail, é o subject quem vai fazê-lo abrir ou não esta mensagem. Pensando nisso, a melhor estratégia é o teste ABCDE. Assim, você pode testar até cinco subjects diferentes antes de fazer o envio final. Definir o subject da sua mensagem é um dos passos mais importantes dentro do processo de criação de uma campanha. Você precisa pensar em todas as possibilidades de um subject atrativo, objetivo e de fácil entendimento pelo destinatário.

3) Segmentação

Além do e-mail personalizado, com o nome do destinatário, outra estratégia é a segmentação. Por meio dela, você envia e-mails de conteúdo extremamente relevante para quem recebe. Após segmentar sua lista com base no comportamento de seus contatos, você passa a conhecer suas preferências e pode oferecer aquilo que realmente interessa.
Quando o usuário efetuar uma compra pelo seu e-mail marketing, mande uma outra mensagem após alguns dias, ofertando ou simplesmente divulgando produtos relacionados àquele que ele comprou anteriormente. A chance daquele usuário adquirir um produto complementar à compra anterior é muito grande.

4) Resgate de clientes

É comum, por meio da segmentação, enviar e-mail de acordo com o comportamento da sua base. Através de campanhas de e-mail marketing direcionadas, também é possível resgatar clientes que não compram mais em sua loja virtual, por exemplo. É possível até mesmo estreitar o relacionamento com usuários que não clicam mais em sua peça.
Uma dica para e-mails com esta finalidade é oferecer um desconto diferenciado para que o usuário efetue uma compra em seu site. Os usuários tendem a comprar um determinado produto, caso seja oferecido um desconto ou uma oferta especial.

5) Divulgar conteúdo nas redes socias

Imagine a seguinte situação: Você envia um e-mail para uma pessoa, que clica no ícone de compartilhar seu e-mail no facebook com 500 amigos. Destes 500 amigos, 300 visualizam a postagem e conseguem abrir sua peça de e-mail via browser. Você pode nem ter pensado nisso, mas acabou de criar um viral! Dezenas, centenas de pessoas compartilhando o conteúdo de seu e-mail marketing nas redes sociais.
Por isso, deixe os ícones das principais redes sociais presentes em sua peça de e-mail, isso facilitará o compartilhamento de sua mensagem.

6) Templates otimizados para Mobile

Segundo a Return Path, 34% dos usuários acessam os e-mails por meio de um dispositivo móvel, seja celular ou pelo tablet. Essa afirmação evidencia cada vez mais a importância de disponibilizar uma versão mobile de sua campanha para os usuários.
Neste cenário, você tem duas opções:
A. Segmentar sua base para saber quem abre suas mensagens por meio de um dispositivo móvel. Nesta situação, você deve enviar um e-mail completamente otimizado, com poucas imagens, textos curtos e objetivos, ou seja, a mensagem deve ser passada rapidamente e de forma mais objetiva possível.
B. Disponibilizar em seu template padrão aquele visualizado pelos usuários via browser, um link "Versão mobile", e quando o usuário clicar nesta opção, abrirá a versão otimizada. Desta forma, você consegue atender ás preferências de todos os usuários.
Aproveite essas dicas e mãos à obra!
Por Any Zamaro  Coordenadora de produto da All In.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

5 dicas para abrir sua startup

"...  Especialista afirma que é preciso vontade, conhecimento e ânimo, mesmo diante de um possível fracasso..."



São vários os motivos para que uma ideia de negócio não seja levada adiante pelo seu idealizador, seja por ele não acreditar no potencial do projeto, imaginar que é de difícil execução, por não ter sucesso numa tentativa de colocar a ideia em prática, entre várias outras razões.
No entanto, se essa pessoa quer mesmo ser uma empreendedora, deve adotar uma postura diferente diante dessas dificuldades, de acordo com Juliana Lima, produtora da SP Beta, empresa que promove eventos de negócios para empreendedores e investidores.

"Não adianta ter uma ideia para não executar. Acaba chegando ao mercado um produto similar e você percebe que tinha pensado em um produto assim antes", afirma a especialista, que dá algumas dicas para quem quer abrir uma startup:

1. É preciso colocar a ideia em prática: o empreendedor é definido pela garra e por saber executar. Para isso é preciso correr atrás, pesquisar e, mesmo que não dê certo de uma determinada maneira, nunca desanimar.

2. Não existe fórmula mágica para saber se a sua ideia vai dar certo, se vai ter investimento, ou se você vai conseguir vender. Não existe uma fórmula secreta. "A gente vê a mágica que teve o filme 'A rede social', que conta a história do Facebook, de mostrar que para Zuckerberg foi muito fácil, que acordou numa noite e depois surgiram bilhões de dólares. Não é assim que funciona e o Facebook não nasceu do dia para a noite", explica Juliana.

3. Não ache que sua ideia não tem concorrentes. A concorrência fortalece e estimula a criação de um diferencial. Além disso, uma ideia nunca é exatamente igual a outra e é possível se ter um diferencial focando num nicho, por exemplo.

4. Sua ideia não precisa atingir todos. Atingir o maior público possível é muito bom, mas existem muitas características de nichos que podem solucionar um problema. Em alguns casos, pensar em um nicho é melhor, para que a partir daí se tenha potencial para o desenvolvimento de algo mais global.

5. Não desista. É preciso lidar com negativas, críticas e até possíveis mudanças no projeto sem se deixar abater. "Existe uma conferência chamada FailCon, onde empresários, empreendedores falam dos fracassos que eles tiveram, como falências, e do aprendizado que tiveram para se reerguer e buscar outras soluções. Então, o negócio é não desanimar", finaliza Juliana Lima. 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

5 lições do aikido para os negócios


O aikido é uma arte marcial japonesa que se preocupa com a resolução de problemas através da harmonização das circunstâncias. Sua dinâmica tende a representar a interação entre as pessoas e os desafios que enfrentam, trazendo como resultado, além de um excelente esporte, uma filosofia abrangente, de aplicação prática no ambiente de negócios e na vida pessoal. Conheça 5 princípios, entre tantos outros, que são ensinados pelo aikido.
O princípio do Ukemi
Todo negócio é baseado em ciclos de expansão e recessão, e assim cair é parte de um processo natural. Através do chamado ukemi, rolamento executado diante da queda, o aikido ensina que a mesma energia que lhe derrubou pode ser usada para coloca-lo em pé novamente. Significa reconhecer e avaliar a circunstância, se posicionando e agindo para aproveitar as adversidades ao seu favor.

Continue andando
O movimento de andar é composto por momentos de desequilíbrio, no qual um dos pés está pendendo a cair para frente, e de equilíbrio, quando ele finalmente encosta o chão. Para o aikido, continuar andando é a chave para manter-se em pé. Ou da mesma forma, só é possível derrubar o concorrente ao impedir que ele finalize o próximo passo. O que não necessariamente é outra empresa, ou outra pessoa: não se esqueça de olhar para si, e continuar andando.

Na adversidade não recue
O ser humano tem como tendência natural dar um passo para trás quando diante de uma situação adversa. O aikido inverte essa lógica, fazendo com que os seus praticantes se aproximem ainda mais do oponente, de forma estratégica, dominando a adversidade. Ainda mais importante do que enfrentar as dificuldades é enfrentá-las de modo inteligente.

Não crie resistência, se adapte
Diferente de tantos outros praticantes de artes marciais, o aikidoista não se opõe ao adversário, criando resistência aos seus golpes. De fato, ele se adapta à circunstância, canalizando a energia despendida pelo oponente em seu favor, fazendo com que "o ataque saia pela culatra".

Se você precisa fazer força, está fazendo errado
É uma tendência natural tentar atingir resultados através da força e da insistência, algo que pode ser considerado até mesmo um axioma do pensamento ocidental, mas que na prática não se justifica. Para o aikido, forçar um situação significa se opor ao fluxo de energia predominante, perturbando a harmonia do movimento e limitando as suas chances de sucesso. Uma analogia bastante esclarecedora seria a do movimento realizado pelo rio. Ele é capaz de despender uma grande quantidade de energia por adaptar seu movimento ao fluxo natural, sem insistir contra as pedras ou mesmo negar sua essência líquida e indefesa.

Fonte: Por Pedro H. Souza - site www.administradores.com.br